domingo, 13 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Ser mãe
Chorei ao ouvir seu coraçãozinho pela primeira vez. Dei gargalhadas nas várias vezes que chutava e se mexia dentro de mim. Esperei ansiosamente 38 intermináveis semanas para tê-la finalmente em meus braços. A amei mesmo antes de vê-la. E a amo a cada dia mais. Sei que está bem, mas mesmo assim acordo para verificar. Me derreto toda ao ver aquele sorriso toda manhã.
Ser mãe é acordar de madrugada, acordar cedo, dormir quando der, tudo pela sua criança. Ser mãe é ficar feliz ao ver uma fraldinha suja e saber que o intestino está funcionando direitinho. É ficar em segundo plano, sempre. Só comer depois do bebê, só dormir depois do bebê. É sentir seu coração bater fora do peito. Ser mãe é acordar no meio da noite pra ver se tá tudo bem com sua filha, é ficar feliz ao trocar a fralda e ver que o intestino da sua filha tá funcionando direitinho, é comer e beber de tudo que possa aumentar a produção de leite pra que não falte o alimento pra sua filha, é ficar horas admirando essa criaturinha que há alguns dias estava dentro de mim.
A gente não tem noção deste sentimento antes de ser mãe. Por mais que tentemos expressar, explicar e compartilhar não existem palavras, cores ou sinais que possam demonstrar o que é se tornar mãe. Todo dia, pelo resto da minha vida, não haverão palavras pra expressar o amor que sinto e a pessoa que me tornei ao ser mãe. <3
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
O que você gostaria de ter ficado sabendo, antes do seu filho nascer...
mas que ninguém nunca te contou?
- Aquele amor incondicional pode não surgir à primeira vista;
- Bebês sempre adoecem no fim de semana;
- Esteja preparada para tudo;
- Você pode falhar;
- Um dia as noites de sono ininterrupto voltarão;
- O primeiro filho é um sobrevivente;
- Não se culpe por trabalhar o dia inteiro;
- Você também vai precisar de colo;
- É como vídeo-game: a próxima fase é sempre mais difícil.
- Não, a gente não se sente "plena" no puerpério.
- Faça o que quiser, ele sempre será apaixonado por você;
- Ele será feliz;
- Você vai descobrir o poder de contar até 10;
- Você vai seguir chorando por qualquer coisa;
- Ele vai saber que a babá, é só a babá, e que mãe é tu;
- Você vai precisar de ajuda;
- Você sabe que o bebê está respirando... mas mesmo assim vai levantar.
- Não se mede o caráter de uma mulher pelo número de filhos que ela tem.
- Depois do parto, a vida acontece de duas em duas horas.
- Você é mais forte do que imagina.
- Essa é a SUA família, de mais ninguém.
- Sono não tem banco de horas.
- Eles não são tão frágeis quanto a gente imagina;
- SIM, DÓI!
A arte da amamentação
“Cada um sabe a dor e a delícia de amamentar uma criança”.
Durante toda a gravidez eu ouvia horrores e maravilhas sobre
a amamentação. Tantas mulheres reclamando de bico rachado, dolorido, sangrando.
Ainda reclamações sobre o seio ficar caído... Outras tantas relatando o quão
bom era a amamentação, por toda a conexão que tinha com o bebê, etc. Durante a
gravidez eu não poderia concordar com ninguém, já que eu não havia passado por
isso, mas confesso que rolava uma grande ansiedade e nervosismo ao imaginar
como seria.
E como eu acho que é? MARAVILHOSO! Não passei e não passo
por coisas ruins.
Amamentar exclusivamente até os seis meses aumenta a
imunidade da criança.
A amamentação até os seis meses nos poupa de ficar
preparando comida pro bebê, já que o leite materno estará ali quentinho
disponível quando o bebê quiser.
Amamentação ajuda a perder aqueles pesos que adquirimos
durante a gravidez. Engordei 16 quilos e oito meses depois já perdi 20.
E pra mim o mais importante: o contato e a conexão que há
entre mãe e filho. É lindo, é uma sensação boa e gostosa... saber que é VOCÊ
que mantém aquela criança viva, que é VOCÊ que fornece o alimento dela. Pra mim
é uma delícia a hora da amamentação!
domingo, 6 de outubro de 2013
Turbilhão de sentimentos.
Logo que minha pequena nasceu foi uma chuva de sentimentos. Tanto dos bons, quanto dos ruins.
Enfim, cada vez que chorei de preocupação, de medo, de nervosismo, ansiedade, cansaço.. foram recompensadas quando eu pegava minha pequena nos braços....
... porque agora, o MUNDO cabe nos meus BRAÇOS!
- Eu estava imensamente feliz por ter corrido tudo bem no parto, e por estar com minha filhinha nos braços, por ela ser linda e saudável.
- Mas também estava muito insegura, com tantas perguntas na cabeça e ainda com tantos medos a serem superados. Eu tinha medo de dar banho nela nos primeiros dias. Mãe de primeira viagem, sempre há medos e dúvidas.
- No dia em que saí do hospital e fui pra casa já recebemos visitas, e não foi só uma não, foram muitas de uma vez só. Achei que não me importaria, e que até ficaria feliz com a visita, mas não. Fiquei nervosa com tanta gente em cima do bebê e simplesmente comecei a chorar. Foi uma semana difícil, de adaptações, de aprendizagem.
- Toda vez que me vinham com aqueles famosos "conselhos", eu já ficava irritada. Aprendi a lidar com isto com o tempo.
- Nos primeiros dias eu não entendia porque eu sentia tanta vontade de chorar (de tristeza) se eu estava tão feliz. Pesquisei e li algumas coisas e vi que era totalmente normal isto. É TUDO CULPA DOS HORMÔNIOS!
Enfim, cada vez que chorei de preocupação, de medo, de nervosismo, ansiedade, cansaço.. foram recompensadas quando eu pegava minha pequena nos braços....
... porque agora, o MUNDO cabe nos meus BRAÇOS!
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
A chegada!
Acordamos tarde, como de costume. Havia sentido durante a noite alguns desconfortos, uns empurrões. Sugeri ao meu esposo que fôssemos ao hospital, só pra checar se estava tudo ok. Eu estava com 38 semanas e 3 dias.
Foi numa quinta-feira. Exatamente último dia do mês de janeiro. Era um dia acinzentado, até aquele momento. Ao chegarmos no hospital descobri que já estava com 6 cm de dilatação. O sonho de toda parturiente. Isto era aproximadamente 12h30. Já me internaram. Aplicaram ocitocina no soro e começaram as benditas contrações. Eu ouvia gritos de outras moças ao meu lado, e o meu medo e ansiedade aumentavam.
Tudo o que eu queria era meu amor ao meu lado naquele momento, mas infelizmente não foi possível. Mas estava acompanhada de uma pessoa maravilhosa, que me acalmou, me ajudou, me segurou, me limpou, me encorajou. Minha queria tia.
As contrações foram ficando mais fortes e vinham em intervalos ainda menores. O médico veio me examinar da primeira vez e eu já estava com 8 cm., daí ele estourou a minha bolsa. Na segunda vez fiz bastante força e parti pros 10 cm. de dilatação, era hora de ir pra sala de parto. Eram exatamente 13h27min. Na sala de parto foi bem rápido, empurrei três vezes e lá estava ela!
Nasceu às 13h34, com 3.235 kg e 51 cm. Ainda estava roxinha e inchada quando a senti em meus braços pela primeira vez. Foi um alívio e uma felicidade incondicional. Tinha um serzinho dentro de mim, que agora eu podia tê-lo nos braços. É surreal! É mágico!
Foi numa quinta-feira. Exatamente último dia do mês de janeiro. Era um dia acinzentado, até aquele momento. Ao chegarmos no hospital descobri que já estava com 6 cm de dilatação. O sonho de toda parturiente. Isto era aproximadamente 12h30. Já me internaram. Aplicaram ocitocina no soro e começaram as benditas contrações. Eu ouvia gritos de outras moças ao meu lado, e o meu medo e ansiedade aumentavam.
Tudo o que eu queria era meu amor ao meu lado naquele momento, mas infelizmente não foi possível. Mas estava acompanhada de uma pessoa maravilhosa, que me acalmou, me ajudou, me segurou, me limpou, me encorajou. Minha queria tia.
As contrações foram ficando mais fortes e vinham em intervalos ainda menores. O médico veio me examinar da primeira vez e eu já estava com 8 cm., daí ele estourou a minha bolsa. Na segunda vez fiz bastante força e parti pros 10 cm. de dilatação, era hora de ir pra sala de parto. Eram exatamente 13h27min. Na sala de parto foi bem rápido, empurrei três vezes e lá estava ela!
Nasceu às 13h34, com 3.235 kg e 51 cm. Ainda estava roxinha e inchada quando a senti em meus braços pela primeira vez. Foi um alívio e uma felicidade incondicional. Tinha um serzinho dentro de mim, que agora eu podia tê-lo nos braços. É surreal! É mágico!
Eterna primavera.
De repente, minha vida ficou mais colorida e muito mais doce.
Veio minha eterna primavera pra encher de vida a minha vida.
Quero aqui, guardar lembranças, relatos escritos, ouvidos e desenhados.
Quero registrar minhas experiências desta nova vida, minhas alegrias, tristezas, medos e frustrações.
Veio minha eterna primavera pra encher de vida a minha vida.
Quero aqui, guardar lembranças, relatos escritos, ouvidos e desenhados.
Quero registrar minhas experiências desta nova vida, minhas alegrias, tristezas, medos e frustrações.
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