domingo, 7 de maio de 2017

A escola!

Liam está no maternal 1, com a tia Fabiana. Super atenciosa e paciente com ele. Na escola ele não é muito diferente de como é em casa. Agitado e nervoso. Acalma para assistir alguns desenhos, e sim, ele tem que levar a "dedeira" e a "betinha" dele todos os dias. Pra que não haja caos! hahaha

<3

Lórien está no Pré 1, com a tia Loiane. Conheço pouco a professora, apenas pelo que Lórien conta quando chega em casa. Lórien já sabe escrever o próprio nome, o nome do irmão e algumas palavrinhas. Ela amaaa escrever, desenhar, ler, criar! Ela mesma faz as atividades de casa, sem que eu tenha que lembrá-la. E se não tem dever de casa ela sente falta. Gosta que eu leia pra ela, e que eu faça desenhos para ela colorir, e que ensine palavrinhas pra ela.


Muito tempo sem atualizar nossa vidinha por aqui. Eis que estou trabalhando loucamente, em quatro escolas. Os pimpolhos estão ficando integral na escola. Nos mudamos para uma casa. Tá tudo muito bem e muito corrido! hahaha Mas ficam momentos maravilhosos na memória no meio de tanta coisa, sim! 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Lui

O priminho chegou pra aumentar a patotinha!!!
Chegou no mês das flores, no mês do casamento do papai e da mamãe!
Chegou dia 06/09/2016
Chegou pra trazer ainda mais felicidade para toda a família!
Tão amado e esperado há tempos!



Os avós

Uma coisa linda é ser neto, é ter avós pra te dengar. Afinal, avós são conhecidos por isso, fazerem todas as vontades dos netos, fazer o que não pôde fazer pelos filhos, aproveitar um tempo com eles, que às vezes eles não puderam dedicar aos filhos por não ter tempo. É um amor tão grande quando o amor de mãe e filho. Porque os avós amam os netos e quem os fez. 
Eu sou uma felizarda por ter pais tão maravilhosos, que são tão presentes em minha vida e na vida dos meus filhos. Sou imensamente grata por tê-los ao meu lado. Eles nunca julgaram a maneira com que educo e crio meus filhos. Me apoiam nas decisões que pretendo tomar. Me incentivam a nunca parar. Me elogiam por meus feitos. Me elogiam por meus filhos. Me fazem me sentir tão amada e querida. Fazem todo o trabalho e cansaço de ser mãe, ser valorizado. E eu acho que eu preciso tanto disso. Eles tiram um pouco da sobrecarga das minhas costas, nem que seja levando as crianças pra dar uma volta, preparando uma refeição pra eles, sentando no chão e brincando com eles. Neste momento eu fico como espectadora, observando e admirando o amor na forma mais bela e pura. O sorriso na boca deles, o brilho nos olhos, a felicidade com tão pouco, e com o mais importante: a presença e a companhia um do outro. Isso me enche de conforto, amor, esperança, e me transborda! Eu os amo com a força de mil sóis! 
Obrigada por serem tão maravilhosos pra nós!
<3






domingo, 25 de setembro de 2016

A pior mãe do mundo

Há sempre um momento do dia em que me entitulo a pior mãe do mundo. Sei que não sou, mas me martirizo por algumas ações e atitudes minhas. É difícil ser uma mãe perfeita 24 hs por dia. É difícil manter a calma, ser paciente, ser tolerante.
E o pior é que quase nunca é culpa deles. Quase sempre são fatores externos que mudam meu humor e fazem com que eu desconte neles uma raiva, uma frustração que não cabe a eles receberem. E é aí que eu me sinto a pior mae do mundo.
Hoje chegamos de uma pequena viagem que fizemos, coloquei as crianças na cama e fui arrumar a casa, ainda cansada da viagem. Lori sai do quarto dizendo que quer fazer xixi. Faz e volta pro quarto. Passa um tempo ela vem com uma boneca na mão, uma boneca com a cabeça solta e me pede pra arrumar. Com as mãos cheias de sabão, estava lavando as louças, pego a boneca e tento arrumar. Mas eu não estava conseguindo, talvez por estar nervosa pq ela não tinha dormido ainda, talvez por pensar que eu tinha tanto o que fazer ainda antes de dormir, talvez por me sentir cansada...eu simplesmente joguei a boneca no chão com toda força. Olhei pra ela e ela estava chorando, quietinha, baixinho. Pra que eu não brigasse com ela, pra não acordar o irmão. Nessa hora meu coração se despedaçou. Caiu no chão e se partiu em mil pedacinhos. Estou catando até agora os pedaços. Dei um abraço nela e pedi desculpas. Quando ela deitou, eu não pude me conter, chorei toda minha raiva, nervosismo. Todo sentimento de injustiça! Por pensar que havia sido injusta com ela. Agora estou aqui, pronta pra dormir, e tudo o que consigo pensar é que sou a pior mãe do mundo. Porque cada vez que faço isso, sinto que mato um pedacinho dela.

Um final de semana inusitado