quarta-feira, 9 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Nova fase
Depois de praticamente um ano, voltei a trabalhar. Aceitei a primeira oportunidade que surgiu, porque eu estava ficando louca em casa já. Mas com est novo emprego viriam algumas mudanças e adaptações. Lori ganhou bolsa integral no colégio em que estou trabalhando, no mesmo turno. Ela começou super empolgada, depois criou uma resistência, chorava na saída com medo de que eu não fosse buscá-la. Depois de três semanas, ela se adaptou super bem e adora ir pra escola.
Liam entrou na creche, com nove meses. Foi difícil entregar ele nas mãos de quem eu não conheço. Está sendo difícil. Mas o que me consola, é que ele tem se adaptado super bem, e acredito que irá se desenvolver bastante lá. Esta até comendo melhor no almoço.
Com a nova rotina, esses dois estão me deixando um caco! Eles acordam às 06:20, sem despertador. E eles é que me acordam. Mesmo nos finais de semana. E mesmo dormindo cedo, eu acordo cansada.
Ainda estou tentando me adaptar, assim como eles.
Liam entrou na creche, com nove meses. Foi difícil entregar ele nas mãos de quem eu não conheço. Está sendo difícil. Mas o que me consola, é que ele tem se adaptado super bem, e acredito que irá se desenvolver bastante lá. Esta até comendo melhor no almoço.
Com a nova rotina, esses dois estão me deixando um caco! Eles acordam às 06:20, sem despertador. E eles é que me acordam. Mesmo nos finais de semana. E mesmo dormindo cedo, eu acordo cansada.
Ainda estou tentando me adaptar, assim como eles.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Desafio da maternidade
Nos últimos dias no facebook rolou o desafio da maternidade, onde as mães deveriam postar três fotos que mostrasse o quao boa era a maternidade.
O desafio foi criticado por algumas pessoas, pois mostrava apenas o lado bom, e que ninguém fala sobre a real maternidade.
Participei do desafio porque a maternidade me engrandeceu em diversas formas, porque eu cresço, amadureço e aprendo todos os dias com meus dois carrapatinhos. Porque eu os amo incondicionalmente e incomensuravelmente.
Mas a real maternidade deve ser falada, conversado e mostrada, para que nenhuma futura mamãe seja pega de surpresa.
Aquela onde você não tem mais controle nenhum!!!!! Primeiro, sob seu próprio corpo, desde a gravidez até necessidades fisiológicas. Isso mesmo, fazer xixi e cocô. Nem percebo, mas seguro o xixi praticamente o dia inteiro, e quando vou ao banheiro é com uma criança e um bebê no meu pé. Sinto falta daquele banho quentinho e demorado. A vida é uma correria, principalmente eu que tenho dois filhos. Ir ao mercado comprar umas coisinhas é uma história. Pintar cabelo, fazer unhas, sobrancelhas..... Apenas depois das 22:00 quando ambos estão dormindo. Passar horas acordada tentando acalentar e tirar uma dor, ou passar horas no hospital esperando atendimento. Ter uma refeição completa é praticamente impossível. Ir ao restaurante.... Meu deussss! Com um filho é ok.... Com dois, não dá. Pelo menos não ainda. Aquelas saidinhas com os amigos vão ficando no esquecimento, aliás, os amigos vão. Não é isso que queremos, mas amigos que não estão inseridos na mesma realidade que nos, acabam se afastando aos poucos. A maternidade émeio solitária. Antissocial. O contato social acaba se resumindo às mães e pais que levam os filhos no mesmo parquinho que o seu. Não, não é ruim... E nem estou menosprezando. Mas pra quem costumava ter vários amigos, conversas diversas, ter as conversas resumidas a filho dói um pouco. E a maternidade é pra vida inteira! Não tem pra onde correr. O consolo é que com o tempo, eles vão ficar mais independentes, vão crescer, fazer coisas sozinhos, vão compreender você e suas necessidades, e vão até te ajudar.
Eu não me arrependo nem por um segundo da minha decisão de ser mãe, sim, eu decidi. E a maternidade não deve ser nada além de uma decisão. Você tem que querer, mesmo sabendo de tudo isso. Se eu pudesse voltar no tempo faria tudo exatamente igual! Se eu soubesse antes o que sei agora faria tudo exatamente igual. Eu! Mas muitas mulheres precisam saber disso antes de tomarem esta decisão.
O desafio foi criticado por algumas pessoas, pois mostrava apenas o lado bom, e que ninguém fala sobre a real maternidade.
Participei do desafio porque a maternidade me engrandeceu em diversas formas, porque eu cresço, amadureço e aprendo todos os dias com meus dois carrapatinhos. Porque eu os amo incondicionalmente e incomensuravelmente.
Mas a real maternidade deve ser falada, conversado e mostrada, para que nenhuma futura mamãe seja pega de surpresa.
Aquela onde você não tem mais controle nenhum!!!!! Primeiro, sob seu próprio corpo, desde a gravidez até necessidades fisiológicas. Isso mesmo, fazer xixi e cocô. Nem percebo, mas seguro o xixi praticamente o dia inteiro, e quando vou ao banheiro é com uma criança e um bebê no meu pé. Sinto falta daquele banho quentinho e demorado. A vida é uma correria, principalmente eu que tenho dois filhos. Ir ao mercado comprar umas coisinhas é uma história. Pintar cabelo, fazer unhas, sobrancelhas..... Apenas depois das 22:00 quando ambos estão dormindo. Passar horas acordada tentando acalentar e tirar uma dor, ou passar horas no hospital esperando atendimento. Ter uma refeição completa é praticamente impossível. Ir ao restaurante.... Meu deussss! Com um filho é ok.... Com dois, não dá. Pelo menos não ainda. Aquelas saidinhas com os amigos vão ficando no esquecimento, aliás, os amigos vão. Não é isso que queremos, mas amigos que não estão inseridos na mesma realidade que nos, acabam se afastando aos poucos. A maternidade émeio solitária. Antissocial. O contato social acaba se resumindo às mães e pais que levam os filhos no mesmo parquinho que o seu. Não, não é ruim... E nem estou menosprezando. Mas pra quem costumava ter vários amigos, conversas diversas, ter as conversas resumidas a filho dói um pouco. E a maternidade é pra vida inteira! Não tem pra onde correr. O consolo é que com o tempo, eles vão ficar mais independentes, vão crescer, fazer coisas sozinhos, vão compreender você e suas necessidades, e vão até te ajudar.
Eu não me arrependo nem por um segundo da minha decisão de ser mãe, sim, eu decidi. E a maternidade não deve ser nada além de uma decisão. Você tem que querer, mesmo sabendo de tudo isso. Se eu pudesse voltar no tempo faria tudo exatamente igual! Se eu soubesse antes o que sei agora faria tudo exatamente igual. Eu! Mas muitas mulheres precisam saber disso antes de tomarem esta decisão.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Os dramas da vida real
O último mês acredito estar sendo o mais corrido, desde que Liam chegou. Ele saiu da fase neném, e entrou na fase bebê. Está lindo, maravilhoso e engatinhando tudo! Sobe em tudo e quer comer de tudo! É uma graça, mas é a fase que mais está exigindo atenção. E aí me pego em falta com minha Lórien, afinal, ela não está mais tendo toda a atenção que tinha antes, quando Liam apenas dormia e mamava. E eu estou completamente esgotada! Cansada e exaurida e tantos sentidos. Tem dias que eu simplesmente queria estar sozinha, sem ouvir choro, sem ouvir mamãaaaaeeee o tempo todo, sem me preocupar com comida, casa, banho, roupa suja.... e aí me sinto uma péssima mãe por querer ter um tempo "OUT" de tudo isso. Um dia. Só isso.
Mas daí passo um tempinho longe deles e já fico imaginando e pensando neles. Sentindo falta e querendo. Vai entender. hahaha
Mas daí passo um tempinho longe deles e já fico imaginando e pensando neles. Sentindo falta e querendo. Vai entender. hahaha
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Sabe aquela sensação boa de quando você ganha um presente? E você dorme e acorda com essa sensação boa, porque sabe que ganhou algo muito bom!
Eu me sinto assim todos os dias, o tempo todo. Liam foi um presente maravilhoso. Que veio numa boa hora! E veio me fazer feliz de um jeito diferente, um jeito que eu estava precisando.
Ele me transmite uma paz, aquele toque, aquele olhar, aquele sorriso! É único!
Eu me sinto assim todos os dias, o tempo todo. Liam foi um presente maravilhoso. Que veio numa boa hora! E veio me fazer feliz de um jeito diferente, um jeito que eu estava precisando.
Ele me transmite uma paz, aquele toque, aquele olhar, aquele sorriso! É único!
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Lóri e Liam
Ela o ama. Eu sei. Eu vejo. Eu sinto. Ela quer ter ele perto. Quer abraçar. Dar banho. Trocar fralda. Beijar. Tudo isto do jeito destrambelhado de ser de Lórien. E ele retribui com aquele olhar apaixonado. Com aquele sorriso banguelo delicioso. Morro de amores quando os vejo juntinhos. Tão iguais e tão diferentes. E amo cada centímetrozinho de cada um deles.
Mãe de dois: da comédia ao drama e vice-versa.
O drama.
Por sentir tudo isto na segunda gestação, já comecei a sentir que não era justa, não estava sendo justa com meu pequeno guardião, que não o amei mesmo antes de vê-lo e tocá-lo. Me culpava e me condenava todos os dias. E ainda o faço.
Estou à flor da pele, uma pilha de nervos. Às vezes por motivos grandes, outras por coisas pequenas e insignificantes, que tomam uma proporção enorme dentro de mim. E acho que por isto minha produção de leite diminuiu. Tive que partir para a fórmula para complementar. Ele mamava, e quando queria mamar novamente, ainda não tinha dado tempo de encher as mamas. E isto só me consumia, e me consome. Choro. Por me sentir impotente. Por achar que estou falhando com ele. Por achar que estou em falta com ele. Por achar que estou sendo injusta de certa forma.
Quem vê de fora pensa: é exagero. Até quem me vê e me acompanha todos os dias não consegue ver, sentir ou entender a pressão que sinto aqui dentro. A tristeza contínua.
Uma tristeza que vai e vem. E acaba camuflada com a correria de arrumar casa, fazer comida, trocar fralda, lavar roupa, lavar banheiro, dobrar e guardar roupas, dar banho nas crianças, amamentar, fazer mamadeira, dar comida.
Tenho medo de me perder no meio de tudo isto.
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